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PrintImprimir | Enviado por Carlos Geilson - 4.7.2018 | 11h30
 
Brasil

Proibição de reajuste vale para salário de ministros do STF, diz relator

A proibição para a concessão de novos reajustes para o funcionalismo em 2019, prevista no parecer do projeto de lei que estabelece diretrizes para o Orçamento do ano que vem (PLDO), impedirá inclusive qualquer negociação de novos aumentos para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), ressaltou o relator senador Dalírio Beber (PSDB-SC). ”Nenhum tipo de reajuste está sendo admitido no nosso relatório, nem de ministros do STF”, disse. “É o que podemos fazer para contribuir nesse universo de dificuldade que vive o País.” Qualquer elevação nos salários dos ministros do STF em 2019 geraria um efeito cascata em todo o Judiciário, inclusive nos Estados, que já sofrem com restrições fiscais e dificuldades para pagar o funcionalismo. O último reajuste concedido a ministros do STF foi aprovado em 2015, elevando o teto remuneratório de todo o funcionalismo para R$ 33,7 mil mensais. É esse o valor que está em vigor hoje. Beber evitou dizer se a resistência já anunciada por grupos de servidores contra as propostas no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) será capaz de derrubar a medida. “Não posso responder, sou apenas o relator da LDO. Espero que os demais deputados e senadores, que têm sua avaliação pessoal, aprovem a lei como proposta, dada a nossa dificuldade (fiscal). Mas tenho a humildade de reconhecer que vale a opinião da comissão (de Orçamento)”, afirmou. (Política Livre)

 
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