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PrintImprimir | Enviado por Carlos Geilson - 10.10.2018 | 18h00
 
Bahia

Qualidade das estradas federais na Bahia cai 11%, diz Dnit

A qualidade das estradas federais na Bahia caiu na comparação com o ano passado. É o que informa o Índice de Condição da Manutenção (ICM), divulgado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) nesta quarta-feira (10). Em 2017, 82% da malha estava em estado considerado bom. Agora, são 71%. O percentual de vias em péssimo estado saltou de 1% para 8% e, em estado ruim, cresceu de 4% para 6%. No ano passado, 13% das estradas estavam em condição regular, agora são 15%. Na comparação com os outros oito estados do Nordeste, a Bahia ficou na 6ª posição, atrás da Paraíba (79%), Alagoas e Pernambuco (76%), Piauí (75%) e Ceará (73%) em estradas em condição boa. Sergipe foi o pior estado nessa avaliação (45%). O percentual de vias em péssima condição (8%) deixa a Bahia na 5ª posição na região Nordeste. O Maranhão lidera (28%), sendo seguido de Sergipe (24%), Ceará (18%), e Rio Grande do Norte (10%).

Nacional

Nacionalmente, o Dnit informou que dos 57,2 mil quilômetros de rodovias federais pavimentados, sob a administração do órgão, 33,7 mil (59%) estão em bom estado de conservação. No ano passado, o percentual era de 67,5%. A pesquisa de 2018 revelou também que 18% das rodovias estão em estado regular; 10%, ruim; e 13%, péssimo. No primeiro levantamento, em 2017, 21% estavam regular; 7%, ruim; e 5%, péssimo. No Brasil, os melhores resultados ficaram com o Distrito Federal (87%), Roraima (85%) e Amapá (81%). Enquanto os maiores percentuais de péssimo na avaliação das condições das estradas foram Acre (50%), Amazonas (29%), Espírito Santo e Maranhão, ambos com 28%. 

Recursos

Segundo o Dnit, a queda coincide com a diminuição dos recursos destinados à infraestrutura rodoviária. Nos últimos quatro anos, a média do orçamento do Ministério dos Transportes para o setor rodoviário caiu 28%, passando de R$ 9,66 bilhões, entre 2011 e 2014, para R$ 6,97 bilhões, de 2015 a 2018. Ainda de acordo com o Dnit, a redução provocou uma variação negativa de 22% nos recursos para manutenção e conservação das rodovias no comparativo entre 2017 e 2018. No entanto, o órgão afirma que, nos últimos quatro anos, o ministério tem direcionado mais da metade do seu orçamento (54%, em média) para a manutenção da malha federal. O Dnit afirmou que há oito anos o ministério investia 42,7% de seu orçamento em manutenção e conservação e que este ano está investindo 58,5% para o mesmo fim. (Correio 24 Horas)

 
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