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PrintImprimir | Enviado por Carlos Geilson - 8.11.2018 | 15h20
 
Esporte

Calendário apertado é desafio para as equipes na Superliga Feminina de Vôlei

Calendário apertado é desafio para as equipes na Superliga Feminina de Vôlei

Os clubes que vão disputar a Superliga Feminina de Vôlei terão de passar por uma grande maratona de jogos até definir o campeão da temporada 2018/2019. Por causa do calendário internacional para as disputas de seleções, o torneio ficou mais apertado em suas datas, e com mais jogos, por causa dos playoffs na fase final, com a série melhor de três confrontos nas quartas de final, semifinal e final.

O torneio começa no dia 16 de novembro, na próxima semana, e se estende até 4 de maio, caso haja necessidade do terceiro jogo da final. Serão 132 partidas na fase de classificação em um período menor do que em outros anos. Por isso, as equipes estão se preparando para uma temporada corrida e com menos tempo de treinamento que as competições anteriores. Para se ter uma ideia, na temporada passada a Superliga começou em 15 de outubro e terminou em 22 de abril.
 
Outra novidade na Superliga é o investimento nas transmissões pela Internet. "Estamos ampliando a cobertura televisiva nesta temporada. A TV Gazeta vai transmitir jogos nos finais de semana, incrementamos a transmissão na web, em parceria com o Canal Vôlei Brasil, além do Globo.com. Ainda não será 100%, mas boa parte da competição será transmitida. A meta é conseguir essa totalidade na próxima temporada", explicou Renato DAvila, superintendente da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).
 
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