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PrintImprimir | Enviado por Carlos Geilson - 28.3.2019 | 8h37
 
Salvador

BTCA apresenta seu mais novo sucesso de bilheteria, “CHAMA”

BTCA apresenta seu mais novo sucesso de bilheteria, “CHAMA”

No Mês Internacional da Dança, a companhia oficial de dança do Estado da Bahia merece ainda mais prestígio. O Balé Teatro Castro Alves (BTCA) reapresenta “CHAMA: Coreografia para artistas incendiárixs”, seu mais novo grande sucesso de bilheteria. A obra estreou em dezembro passado, com três sessões esgotadas, e teve mais duas apresentações em janeiro, também com lotação máxima, na Sala do Coro do Teatro Castro Alves (TCA), que mais uma vez é o palco para a montagem. Serão três sessões, nos dias 5, 6 e 7 de abril, sexta a domingo, às 20h. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia), já à venda na bilheteria do TCA, nos SACs do Shopping Barra e do Shopping Bela Vista ou pelos canais da Ingresso Rápido. “Se você tivesse poucos segundos para proteger algo de um incêndio, o que você traria consigo?” – esta pergunta é o ponto de partida da criação, que tem como disparador o incêndio do Museu Nacional, ocorrido em setembro de 2018, no Rio de Janeiro. Com direção dos coreógrafos Jorge Alencar e Neto Machado, “CHAMA” aborda questões de memória, construção e reconstrução, questionando nossas atitudes diante de ruínas. Os dançarinos atravessam escombros e desmontes para encontrar modos de permanência e resistência. Um museu em chamas, um teatro em ruínas, um antigo cinema do centro da cidade tornado estacionamento não são apenas metáforas: são o próprio corpo da destruição. Num Brasil em brasas, o corpo que arde e urge. E questiona: o que te incendeia? O que você atira na fogueira? O que se transforma com o fogo? Na sala esfumaçada, os artistas são como um corpo de bombeiros ou um grupo de resgate, um conjunto de guarda-vidas cujos corpos também estão queimando. É uma emergência. Inclusive a de pensar nas políticas da memória, refletindo sobre aquilo que é lembrado e aquilo que é insistentemente apagado. Nesta coreografia brigadista, tudo é prática, corpo e oralidade, que não se dissolvem em tragédias. Artistas de intensa atuação e reconhecimento na cena contemporânea baiana, com capilaridade nacional e internacional, os coreógrafos Jorge Alencar e Neto Machado foram convidados pelo BTCA para a direção, concepção e criação de uma nova montagem com o elenco da companhia pública de dança da Bahia: uma troca entre artistas de um mesmo contexto espaço-temporal, na valorização da atual produção em dança no estado. A dupla cria com dança, teatro, audiovisual, comunicação, curadoria, escrita e educação, sendo também integrantes do Dimenti, coletivo baiano de criação e produção com 20 anos de trajetória.

 
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