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PrintImprimir | Enviado por Carlos Geilson - 7.10.2019 | 13h16
 
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Nobel de Medicina vai para estudo que pode ajudar a tratar anemia

Nobel de Medicina vai para estudo que pode ajudar a tratar anemia

Os americanos William Kaelin e Gregg Semenza e o britânico Sir Peter Ratcliffe são os ganhadores do Prêmio Nobel 2019 de Medicina. A pesquisa dos três envolve entender como as células detectam e se adaptam à disponibilidade de oxigênio. 

Aplicações derivadas dessas descobertas, feitas nos anos 90, já estão sendo aplicadas em tratamentos contra anemia, segundo o comitê do Nobel, e podem levar a estratégias para tratar algumas formas de câncer.
 
A importância da pesquisa se deve, disseram os especialistas, ao fato de que as células precisam ser capazes de perceber a quantidade de oxigênio disponível para adaptar sua atividade metabólica. Isso acontece, por exemplo, quando o corpo humano vai a altas altitudes ou sofre um ferimento - isso faz com que a quantidade de oxigênio disponível diminua, ativando a chamada resposta hipóxica das células
 
Entenda a descoberta: Desde o início do século 20, já era sabido que a queda nos níveis de oxigênio levava a um aumento na produção de células vermelhas do sangue: quanto mais células vermelhas o corpo tem, mais oxigênio consegue obter.
 
A novidade da pesquisa foi entender como o oxigênio em si controlava esse processo de criar mais células vermelhas. A conclusão foi premiada somente este ano porque agora está claro como esse mecanismo funciona.
 
Quando os níveis de oxigênio no ambiente são altos, o corpo precisa de menos células vermelhas. Por esse motivo, ele é produzido, mas é destruído rapidamente. Quando a quantidade de oxigênio no ambiente cai, por outro lado, os níveis de HIF aumentam, porque esse complexo para de ser destruído.
 
O cientista Peter Ratcliffe também estudou a forma com que esse gene que produzia células vermelhas dependia da quantidade de oxigênio existente no ambiente. Os dois grupos de pesquisa perceberam que esse mecanismo de detecção de oxigênio existia em quase todos os tecidos - e não só nas células dos rins, que é onde o hormônio que leva à produção de células vermelhas é normalmente produzido.
 
Eles ainda não conheciam, entretanto, o mecanismo exato de como o HIF era destruído quando havia muito oxigênio no ambiente.
 
 
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