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PrintImprimir | Enviado por Carlos Geilson - 3.9.2021 | 18h59
 
Feira de Santana

Médico suspeito de matar ex-companheira e abandonar corpo em rodovia é preso

Médico suspeito de matar ex-companheira e abandonar corpo em rodovia é preso

O médico Antônio Marcos Rego Costa, suspeito de matar a ex-companheira e abandonar o corpo às margens da BR-116, em Feira de Santana foi preso hoje (3), após se apresentar à polícia, no Complexo de Delegacias do Sobradinho. "Estava todo sujo de sangue e aparentemente foi lavado", diz delegada após perícia em carro do suspeito

Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), o médico teve o mandado de prisão preventiva cumprido. A solicitação havia sido feita ao Poder Judiciário no início da semana e foi deferida durante o interrogatório dele. O suspeito será encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição do Poder Judiciário. Ele se apresentou na companhia do advogado e não quis conversar com a imprensa. A defesa informou que Antônio Marcos não nega, nem confessa participação no crime.
 
De acordo com a polícia, o suspeito viajou para o estado do Acre, onde nasceu, logo após o desparecimento da vítima. Ele teria se disponibilizado para prestar depoimento, mas não há detalhes se a oitiva foi feita.
 
Durante a semana, a perícia apontou marcas de sangue no veículo do médico. Ainda segundo a defesa do suspeito, as marcas foram provocadas por uma luta corporal que teria acontecido entre ele e Gabriela. "Logo que fomos ao último local onde ela foi vista, colhemos depoimentos importantes. Eles foram vistos em um bar do outro lado da cidade. Em seguida, apuramos que o veículo do homem passou em um sentido da BR-116, de madrugada, e voltou alguns minutos depois", disse a delegada Klaudine Passos, lembrando que foi na rodovia que o corpo de Gabriela foi encontrado.
 
A vítima, Gabriela Jardim, foi casada com o médico durante quatro anos e, de acordo com a polícia, testemunhas disseram que os dois viviam um relacionamento com animosidades. Segundo a delegada responsável pela investigações, Klaudine Passos, houve relatos de agressões. "Já ouvimos a secretária de Gabriela, que disse que o casal tinha uma relação conturbada, com algumas agressões que nós não conseguimos constatar em nível de ocorrência, porque são inexistentes”, disse a delegada.
 
 
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